Salve Geeks, como vocês estão? Night Patrol chega aos cinemas em 16 de janeiro de 2026 e coloca Jermaine Fowler e Justin Long como parceiros do LAPD em um thriller sobrenatural que mistura comentário social, horror explícito e suspense urbano.
Prévia: cena do taco e o fio condutor
Na prévia divulgada, Xavier Carr (Jermaine Fowler), um ex-membro de gangue que virou policial, e Ethan Hayworth (Justin Long), um durão recém‑recrutado por uma unidade de elite, param numa barraca de tacos. Entre piadas sobre o domínio de espanhol de Carr e a quantidade de salsa liberada pelo vendedor, a conversa vira para “Cripboi”: um nome usado por um suposto membro da gangue Crips que despertou interesse da tal Night Patrol. O diálogo funciona como gancho para apresentar o conflito pessoal de Carr — seu irmão mais novo usava “Cripboi” como apelido em jogos — e a tensão que vai guiar o filme.
O que está em jogo
À medida que a história avança, Carr precisa reunir líderes das gangues locais para enfrentar a Night Patrol antes que um segredo terrível da unidade condene todo mundo. O segredo não é declarado na prévia, mas o tom indica que o longa vai equilibrar crítica política e racial com cenas de violência gráfica — preparado para quem curte gore temperado com subtexto social.
Ficha técnica e elenco
Direção e roteiro
- Direção: Ryan Prows (diretor de Lowlife, 2017).
- Roteiro: Ryan Prows, Shaye Ogbonna, Tim Cairo e Jake Gibson.
- Distribuição: RLJE Films e Shudder.
Elenco principal
- Jermaine Fowler — Xavier Carr.
- Justin Long — Ethan Hayworth.
- Phil "CM Punk" Brooks — membro da Night Patrol.
- Dermot Mulroney — membro da Night Patrol.
- Jon Oswald — membro da Night Patrol.
- RJ Cyler — irmão de Carr.
- Nicki Micheaux — mãe de Carr.
- Freddie Gibbs, YG e Flying Lotus — interpretando líderes de gangues locais.
Termos e contexto
LAPD significa Los Angeles Police Department, a polícia municipal de Los Angeles. A referência às gangues locais (como os Crips) aparece apenas como pano de fundo do conflito; o filme parece explorar como ações institucionais e vigilância paramilitarizadas podem gerar consequências violentas e inesperadas.
O que esperar — prós e contras
- Prós: Atmosfera urbana bem construída; elenco diverso; mistura de horror e comentário social que deve provocar discussões além do susto.
- Contras: A promessa de gore e crítica política pode dividir o público; quem prefere horror mais contido pode considerar o filme excessivo em violência gráfica.
Comparativos úteis
Se você gosta de thrillers urbanos que mesclam violência gráfica e crítica social, pense em títulos que usam o horror como lente política. Não é um filme de ação convencional: aqui o terror serve como metáfora para abusos de poder e segredos institucionais.
Perguntas Frequentes
- Quando o filme estreia? Estreia nos cinemas em 16 de janeiro de 2026.
- Quem dirige? Ryan Prows, em seu segundo longa (depois de Lowlife, 2017).
- O filme é só violência? Não: a prévia indica equilíbrio entre gore e comentário político/racial, com foco em personagens e conflito comunitário.
Fique de olho na data de estreia e nas próximas prévias para saber mais sobre o segredo que a unidade de elite esconde — se você curte horror com conteúdo, essa é uma promessa que vale o ingresso. Nos vemos na sessão, e se você já assistiu a outras prévias parecidas, conta aqui o que achou: a discussão é parte da experiência geek.
