Salve Geeks, como vocês estão? High Potential confirmou sua força em 2025 ao superar por pouco Tracker nas medições da Nielsen, somando em média 16,5 milhões de espectadores e conquistando o título de programa mais assistido do ano.
Como ocorreu a virada entre High Potential e Tracker
A disputa foi apertada. Na contagem linear, Tracker manteve vantagem — com cerca de 11 milhões de espectadores na CBS contra 8,6 milhões de High Potential. A diferença decisiva veio do streaming: a série da ABC acumulou aproximadamente 7,9 milhões via plataformas digitais, ante 5,4 milhões do rival, totalizando 16,5 milhões contra os 16,4 milhões de Tracker. Esses números de visualização combinada (linear + streaming) foram calculados pela Nielsen com janelas de até 35 dias para cada episódio, o que dá uma visão mais completa do alcance das séries (fonte: Collider).
Por que o streaming fez a diferença?
O caso ilustra como o consumo multiplataforma mudou a competição: enquanto a audiência ao vivo favoreceu Tracker, High Potential teve desempenho superior nas plataformas on demand. Em termos práticos, isso mostra que uma base de fãs mais jovem e multiplataforma pode virar o jogo — algo familiar aos Geeks que acompanham franquias que vivem no streaming.
Dados essenciais
- Total médio: High Potential — 16,5 milhões; Tracker — 16,4 milhões.
- Linear: Tracker ~11,0M vs High Potential ~8,6M.
- Streaming: High Potential ~7,9M vs Tracker ~5,4M.
- Episódios contabilizados: High Potential (12 episódios no período analisado); Tracker (14 episódios).
O impacto para a ABC e para a televisão aberta
Além de quebrar a hegemonia da CBS no top 5, a vitória de High Potential é simbólica: prova que conteúdo com mistura de mistério, humor e personagem forte — como a investigadora Morgan Gillory, interpretada por Kaitlin Olson — ainda conecta públicos amplos. A série liderou a cobiçada demo 18–49 e teve destaque também entre públicos mais jovens, apontando para apelo transversal.
O que esperar da 2ª temporada
A 2ª temporada de High Potential retorna à ABC em 6 de janeiro. A história amplia a caça ao antagonista conhecido como The Game Maker, com reviravoltas pessoais para Morgan — incluindo pistas sobre o paradeiro do ex‑marido Roman — e novos desafios para a equipe. A mistura de caso‑da‑semana com um arco serializado continua sendo a receita que prendeu a audiência.
Destaques narrativos e por que isso interessa a você
- Equilíbrio entre suspense procedural e desenvolvimento de personagens — atrativo para quem gosta de tramas que misturam cérebro e coração.
- Ritmo que favorece maratonas em streaming sem perder a tensão dos episódios individuais.
- Possibilidade de expansão transmedia: conteúdo extra e pistas nos bastidores podem manter a comunidade ativa entre temporadas.
Perguntas frequentes rápidas
- Por que as plataformas on demand importam tanto? Elas capturam público que não assiste ao vivo e ampliam o alcance da série ao longo de semanas, o que é decisivo em disputas apertadas.
- Os números são definitivos? A contagem oficial depende das janelas e dos episódios incluídos; neste caso, a Nielsen consolidou dados em 35 dias para cada lançamento, mas diferenças metodológicas podem alterar pequenas margens.
Em resumo, a vitória por um triz de High Potential sobre Tracker confirma duas verdades atuais: conteúdo multiplataforma é rei, e personagens bem construídos continuam a mover audiências massivas. Fique ligado — a partir de 6 de janeiro a segunda temporada promete novos enigmas e ingredientes para manter os fãs colados na tela. Para detalhes das medições, consulte relatórios da Nielsen e a cobertura especializada do Collider.
